Author Archives: danilomike

Eu odiava a simples ideia de algum dia virar católico

A história de um evangélico batista que encontrou a plenitude da fé no catolicismo

No dia seguinte à quarta-feira de cinzas de 2012, eu liguei para a minha mãe do meu dormitório no Seminário Teológico Batista do Sul e contei a ela que estava pensando em me tornar católico.

“Você não vai se tornar católico, você só sabe que não é batista“, disse ela.

“Não, mãe, eu acho que não é só isso”.

Pausa. “Ah, meu Deus”, ela suspirou.

Eu comecei a chorar.

Não tenho como enfatizar o suficiente o quanto eu odiava a simples ideia de algum dia virar católico. Fui reticente até o último instante. Poucos dias antes de abandonar a Igreja batista, eu cheguei a enviar um sermão para um concurso; estava decorando o Salmo 119 para me convencer da “sola scriptura”; marcava reuniões com professores para ouvir os melhores argumentos contrários ao catolicismo; lia livros protestantes sobre o catolicismo, de propósito, em vez de livros de autores católicos.

Além disso, eu sabia que ia perder o subsídio para moradia e teria que devolver o valor da bolsa se abandonasse o seminário, sem falar da decepção para a minha família, amigos e para a dedicada comunidade da igreja.

Mas quando eu tentava estudar, desabava na cama. Tudo o que eu queria era gritar com o livro: “Quem disse?”.

Eu tinha vivido uma grande mudança de paradigma na minha maneira de pensar sobre a fé. E a questão da autoridade apostólica surgia mais forte do que nunca.

Mas vamos voltar alguns anos no tempo.

Eu cresci num lar protestante evangélico. Meu pai se tornou pastor quando eu estava na quarta série. Durante o ensino médio, eu me apaixonei por Jesus Cristo e pelo seu precioso Evangelho e decidi me tornar pastor também.

Foi nessa época que eu endureci a minha convicção de que a Igreja Católica Romana não seguia a Bíblia. Quando perguntei a um amigo pastor por que os católicos diziam que Maria permaneceu virgem depois do nascimento de Jesus, se a Bíblia diz claramente que Jesus teve “irmãos”, ele simplesmente fez uma careta: “Porque eles não leem a Bíblia”.

O livro “Don’t Waste Your Life” [Não desperdice a vida], de John Piper, me fez enxergar um chamamento ao trabalho missionário. Passei o verão seguinte evangelizando os católicos na Polônia.

Fiquei surpreso quando visitei os meus pais, depois disso, e encontrei um livro intitulado “Born Fundamentalist, Born Again Catholic” [Nascido fundamentalista, renascido católico] em cima da mesa do meu pai. Por que o meu pai estaria lendo uma coisa dessas? Fiquei curioso e, como não tinha trazido nada para ler em casa, dei uma olhada no livro.

As memórias de David Currie, que abandonou a sua formação e o seus ministérios evangélicos, foram desconfortáveis para mim. Sua defesa sem remorsos de doutrinas controversas sobre Maria e o papado eram chocantes; eu nunca tinha pensado seriamente que os católicos tivessem argumentos sensatos e embasados para defender essas crenças.

A presença do livro na mesa do meu pai foi explicada com mais detalhes alguns meses depois, quando ele me ligou e disse que estava retornando ao catolicismo da sua juventude. Minha resposta? “Mas você não pode simplesmente ser luterano ou algo assim?”. Eu me senti traído, indignado e furioso. Nos meses seguintes, servi como pastor de jovens na minha igreja local e, nos tempos livres, lia sobre o porquê de o catolicismo estar errado.

Foi quando encontrei um artigo que falava de uma “crise de identidade evangélica“. O autor pintava um retrato de jovens evangélicos crescendo num mundo pós-moderno, desejosos de encontrar as suas raízes na história e sedentos do testemunho motivador de quem permaneceu firme em Cristo durante épocas cambiantes e conturbadas. Mas, na minha experiência, a maioria das igrejas evangélicas não observava o calendário litúrgico, o credo dos Apóstolos nunca era mencionado, muitos cantos só foram escritos a partir de 1997 e, quando se contava algum relato sobre um herói da história da Igreja, invariavelmente se tratava de alguém posterior à Reforma. A maior parte da história cristã, portanto, passava em branco.

Pela primeira vez, eu entrei em pânico. Encontrei uma cópia do catecismo católico e comecei a folheá-lo, encontrando as doutrinas mais polêmicas e rindo das tolices da Igreja católica. Indulgências? Infalibilidade papal? Esses disparates, tão obviamente errados, me tranquilizaram no meu protestantismo. A missa me soava bonita e a ideia de uma Igreja visível e unificada era atraente, mas… à custa do Evangelho? Parecia óbvio que o demônio construía uma grande organização para afastar muita gente do céu.

Sacudi a maioria das minhas dúvidas e aproveitei o restante do meu tempo me divertindo com o grupo de jovens e compartilhando a minha fé com os alunos. Qualquer dúvida, resolvi, seria tratada no seminário.

Comecei as minhas aulas em janeiro, com a mesma emoção de um fanático roxo por futebol indo para a final da Copa do Mundo. As aulas eram fantásticas e eu pensei que tinha finalmente me livrado de todos aqueles problemas católicos.

Mas, poucas semanas depois, mais dúvidas me assaltaram. Estávamos estudando as disciplinas espirituais, como a oração e o jejum, e eu fiquei cismado com a frequência com que o professor pulava de São Paulo para Martinho Lutero ou Jonathan Edwards ao descrever vidas admiráveis ​​de piedade. Será possível que não aconteceu nada que valesse a pena nos primeiros 1500 anos do cristianismo? Este salto na história continuaria me incomodando em muitas outras aulas e leituras propostas. A maior parte da história da Igreja anterior à Reforma era simplesmente ignorada.

Eu logo descobri que tinha menos em comum com os padres da Igreja primitiva do que eu pensava. Diferentemente da maioria dos cristãos na história, a comunhão sempre tinha sido, para mim, apenas um pouco de pão e suco de uva ocasionais e o batismo só me parecia importante depois que alguém tinha sido “salvo”. Esses pontos de vista não apenas contradiziam grande parte da história da Igreja, mas, cada vez mais, evocavam passagens desconfortáveis da Bíblia que eu sempre tinha desdenhado (João 6, Romanos 6, etc.).

Outras perguntas que eu tinha enterrado começaram a reaparecer, mais ferozes, exigindo uma resposta. De onde foi que veio a Bíblia? Por que a Bíblia não se autoproclamava “suficiente”? As respostas protestantes, que tinham me bastado no passado, já não eram satisfatórias.

Foi lançado nesse tempo um vídeo viral de Jefferson Bethke no YouTube, “Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus”. O jovem tinha boas intenções, mas, para mim, ele apenas validava o que o Wall Street Journal tinha chamado de “perigosa anarquia teológica dos jovens evangélicos”, tentando separar Jesus da religião e perdendo muito no processo.

O ponto de inflexão foi a quarta-feira de cinzas. Uma igreja batista em Louisville realizou uma cerimônia matutina e muitos estudantes compareceram às aulas com as cinzas ainda na testa. Na capela, naquela tarde, um professor famoso pelo empenho apologético anticatólico expôs a beleza dessa tradição milenar.

Depois disso, eu perguntei a um amigo do seminário por que a maioria dos evangélicos tinha rejeitado essa linda tradição. Ele respondeu com alguma coisa sobre fariseus e “tradições meramente humanas”.

Eu balancei a cabeça. “Não, eu não consigo mais”.

A minha resistência ao catolicismo começou a se desvanecer. Eu me sentia atraído pelos sacramentos, pelos sacramentais, pelas manifestações físicas da graça de Deus, pela Igreja una, santa, católica e apostólica. Não havia mais como negar.

Foi no dia seguinte que eu liguei para a minha mãe e contei a ela que estava pensando em me tornar católico.

Faltei às aulas da sexta-feira. Fui para a biblioteca do seminário e olhei os livros que eu tinha me proibido de olhar, como o catecismo e os últimos textos do papa Bento XVI. Eu me sentia como se estivesse vendo pornografia. No sábado, fui à missa das cinco da tarde. O grandioso crucifixo da igreja me fez lembrar de quando eu considerava os crucifixos um prova de que os católicos não tinham mesmo entendido a ressurreição.

Mas desta vez eu vi o crucifixo de modo diferente e comecei a chorar. “Jesus, meu Salvador sofredor, Tu estás aqui!”.

A paz tomou conta de mim até a terça-feira, quando a realidade me atropelou. Fico ou vou? Fiz vários telefonemas em pânico: “Eu literalmente não tenho ideia do que eu vou fazer amanhã de manhã”.

Na quarta-feira de manhã, eu acordei, abri meu laptop e digitei “77 razões pelas quais estou deixando de ser evangélico”. A lista incluía coisas como a “sola scriptura”, a justificação, a autoridade, a Eucaristia, a história, a beleza e a continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento. Os títulos e os parágrafos fluíam dos meus dedos como a fúria das águas que explodem uma represa secular.

Poucas horas depois, em 29 de fevereiro de 2012, eu saí de Louisville para evitar confundir mais alguém e esperando que eu próprio não estivesse cometendo um erro.

Os meses seguintes foram dolorosos. Mais do que qualquer outra coisa, eu me sentia envergonhado e na defensiva, indagando de mim mesmo como é que a minha identidade e o meu plano de carreira tinham se deixado abalar tão rapidamente. Mesmo assim, eu entrei para a Igreja no dia de Pentecostes com o apoio da minha família e comecei a procurar trabalho.

Muita coisa mudou desde então. Eu conheci Jackie no site CatholicMatch.com naquele mesmo junho. Casei com ela um ano depois e comemoramos o nascimento da nossa filha Evelyn em 3 de março de 2014. Vivemos agora no Estado de Indiana e eu estou feliz no meu novo trabalho.

Ainda sou novato nesta jornada católica. Para todos os que ainda se questionam, eu posso dizer que o meu relacionamento com Deus só tem se aprofundado e fortalecido. Enquanto vou me envolvendo com a paróquia, me vejo muito grato pelo amor à evangelização e à Bíblia que aprendi no protestantismo.

Não acho que eu tenha abandonado a minha fé anterior, mas sim que eu consegui preencher as suas lacunas. Hoje eu dou graças a Deus por ter recebido a plenitude da fé católica.

Papa Francisco usa a simplicidade para reconquistar o mundo

Ausente dos rankings especializados na eleição do conclave, votação secreta que o elegeu pontífice em 13 de março deste ano, e ignorado na sucessão de Bento XVI nas casas de apostas da Argentina, onde nasceu, Jorge Mario Bergoglio chega ao fim de seu primeiro ano à frente da Igreja Católica como uma das figuras de maior popularidade do mundo. Influenciado pela sugestão de d. Cláudio Hummes, cardeal arcebispo emérito de São Paulo, “de não esquecer dos pobres”, logo após sua eleição no conclave em 13 de março de 2013, escolheu o nome papal de Francisco.

A opção remete ao santo mais popular da Igreja Católica, cultuado por seu amor à simplicidade, aos pobres e excluídos, aos animais e à natureza. O fato acabou se tornando estratégia hábil e eficaz para tentar reverter o desânimo que se abateu sobre o catolicismo desde o século 20, traduzido no País, por exemplo, na diminuição expressiva do número de brasileiros que se dizem católicos.

Primeiro papa não europeu em mais de 1.300 anos, primeiro papa latino-americano, primeiro pontífice jesuíta da história, Francisco foi eleito ‘Pessoa do Ano’ pela revista americana Time, desbancando Edward Snowden, o ex-analista que vazou detalhes da espionagem governamental americana. O papa que considera “indispensável” o uso da internet para abordar o evangelho é também campeão de referências de 2013 na rede de relacionamentos Facebook em todo o mundo. No microblog Twitter, papa Francisco é seguido atualmente por mais de 10 milhões de pessoas.

Para d. Orani Tempesta, cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, o “jeito simples de Francisco” tem sido determinante para a notoriedade do pontífice. “Ele fala para todos. Possui um dom natural de se expressar que atinge as periferias existenciais, como ele mesmo costuma falar. Ele fala para o povo. Dirige conselhos, aborda com amor as pessoas, vai ao encontro das dificuldades vivenciadas pela humanidade nas mais variadas situações. Apresenta o rosto materno da Igreja que acolhe a todos e a cada um”, analisa.

Mais de dois milhões de pessoas compareceram às audiências abertas do papa Francisco na Praça São Pedro desde sua eleição em março, quatro vezes mais gente do que o papa Bento XVI conseguiu reunir em 2012. Segundo o Vaticano, foi vendido mais de 1,5 milhão de ingressos para as 30 audiências gerais do papa desde sua eleição.

“Ele tem um modo novo e interessante para dizer as mesmas coisas. Para a Igreja e os católicos trouxe novo ânimo”, avalia o cardeal d.Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, um dos nomes que esteve entre os mais cotados para suceder Bento XIV na época do conclave. “Penso que a explicação para a popularidade do papa está na importância da mensagem que ele transmite e na instituição que representa. A esses fatos alia-se a sua grande capacidade de comunicação. Podemos dizer que o papa Francisco chamou a atenção do mundo para uma agenda própria”, explica d.Odilo.

Na pauta desta agenda entram a fome, que Francisco chamou de “escândalo mundial”, críticas à “idolatria ao dinheiro” e até assuntos terrenos da própria Igreja. Após a eleição de Francisco, pela primeira vez em 125 anos o Banco do Vaticano publicou suas contas – segundo o informe financeiro, a receita quadruplicou em 2012, atingindo 86,6 milhões de euros. A nomeação de seu secretário pessoal, Alfred Xuereb, para supervisionar a instituição é parte da faxina que Bergoglio já iniciou na Cúria Romana, contratando consultorias e reduzindo número de funcionários.

Também pode ser creditado ao feitio do novo pontífice o sermão do bispo d. Oscar Ojea em um domingo de dezembro na catedral de San Isidro, em Buenos Aires. Ojea leu a comunicação, replicada em outras paróquias e capelas argentinas, em que a Igreja Católica do país pede perdão pelo crime de pedofilia do padre José Antonio Mercau, anunciando ainda que indenizará as quatro vítimas dos abusos do clérigo. Esta é a primeira vez que a Igreja Católica pede perdão e indeniza de forma voluntária um grupo de vítimas da pedofilia.

Humor

O papa Francisco arrebanha suas ovelhas também na base do bom humor. Durante o voo entre Roma e o Rio de Janeiro, em julho de 2013, brincou com os que “lamentaram” sua nacionalidade argentina. “Vocês já têm um Deus brasileiro, queriam um papa brasileiro também?”, disse, em referência à máxima nacional. Low profile, costuma carregar sua própria valise e, ao ser eleito, o portenho, nascido e criado no bairro de Flores, ligou para seu jornaleiro em Buenos Aires para avisar que cancelaria a assinatura do jornal La Nación, já que agora moraria em Roma.

Mas, além do estilo nada comum aos que exercem cargos de tamanho poder, o papa vem fazendo um discurso de menos intolerância e mais compaixão sobre temas como aborto, homossexualidade e contracepção. Não à toa, o 266º papa da Igreja Católica acaba de ser eleito por uma revista gay ‘Personalidade de 2013’.

“Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgar?”, comentou o papa em entrevista durante o voo de volta para a Itália, após a Jornada Mundial da Juventude, entre 23 e 28 de julho no Brasil. Disse ainda que a igreja se fecha “em regras pequenas” e que não deve “interferir espiritualmente” na vida de gays e lésbicas. Foi o suficiente para a revista americana “The Advocate” justificar a distinção.

Pesquisa do Datafolha no mês anterior à JMJ traz números que exibem a opinião dos católicos brasileiros em relação a esses temas polêmicos: 22% declararam ser contra a lei que criminaliza o aborto, 36% se disseram contra a legalização da união entre casais homossexuais, 42% afirmaram ser contra a adoção de crianças por casais gays e 16% se posicionaram contra a lei que criminaliza a homofobia.

“Ele é a mudança! (risos)”, diz d.Orani. “Cada Papa atualiza a Igreja ao seu tempo. O papa Francisco traz suas experiências, sua personalidade, e uma linguagem atual das questões eclesiais e sociais. O tempo está nos fazendo conhecer o ‘novo’ do Papa Francisco. Ele já falou, em recente entrevista, de sua conversa sobre reforma na Igreja com um cardeal idoso, há alguns meses, que lhe disse: ‘O senhor já começou a reforma da Cúria com a missa cotidiana em Santa Marta’. Isso o fez pensar: a reforma começa sempre com iniciativas espirituais e pastorais, antes que com mudanças estruturais”.

Queda

O agora papa emérito Bento XVI, ao anunciar que renunciaria ao cargo, no dia 11 de fevereiro de 2013, afirmou que não tinha mais forças para a tarefa. Em seu pontificado de oito anos teve de enfrentar o escândalo de padres acusados de pedofilia e o vazamento de documentos secretos no chamado VatiLeaks.

No Brasil, nunca o catolicismo viveu tamanha crise. A mesma pesquisa Datafolha de julho de 2013 indicou que apenas 57% dos brasileiros maiores de 16 anos se declaram católicos. Os números de uma pesquisa do pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE) já mostravam em 2010 o encolhimento do catolicismo no País. Em 1940, 95% dos brasileiros se declaravam católicos. Em 1991, eram 83%. Em 2010, esse número já havia baixado para 64,6%.

“A perda de fiéis não nos deixa indiferentes, mas é preciso dizer que isso acontece também em outras religiões tradicionais e até em grupos mais recentes”, argumenta o cardeal de São Paulo. “Por outro lado, em várias partes do mundo, a Igreja católica está em crescimento; no Brasil houve um aumento significativo de seminaristas e de padres nas últimas décadas. O fenômeno sócio-religioso da ‘migração religiosa’ é complexo e está marcado pela cultura do nosso tempo. A atuação do papa Francisco e dos católicos, animados por ele, poderá ter uma incidência positiva em relação à adesão de pessoas a Deus. Esperamos que isso ocorra”, pondera d. Odilo.

Ânimo

Para d. Orani, a vinda do Papa ao Brasil deixou grandes marcas de conversão. “Fortaleceu a fé, reacendeu ânimos, mostrou a imagem de uma Igreja jovem, viva, alegre. Essa visita não poderia passar despercebida, ou deixar as coisas como estavam antes. Claro que temos um novo cenário: católicos animados, pessoas que querem conhecer a Igreja e a fé católica, pois viram um grande evento em seu país e se sentiram tocadas pelos testemunhos de milhões de pessoas unidas pela mesma fé e pelos mesmos ideais e, com o testemunho vivo do Sucessor de Pedro, fizeram a experiência com o ‘doce Cristo na Terra’, expressão utilizada por Santa Terezinha em referência ao papa.”

Para o arcebispo do Rio de Janeiro, a Jornada Mundial da Juventude foi “uma grande festa, um encontro de irmãos de fé”, deixando legados econômico, ecológico, social, pastoral e ecumênico. O impacto da JMJ na economia do Rio de Janeiro foi de R$ 1,285 bilhão de acordo com uma pesquisa encomendada pelo Ministério de Turismo.

“Aprendemos que é possível reduzir o impacto ambiental. Durante toda a semana da Jornada, foi gerado menos de 10% do lixo registrado apenas na noite do último réveillon. Deixou um legado social: inauguração de um ala psiquiátrica, no Hospital São Francisco da Providência de Deus, que recebeu o nome de Polo de Atenção Intensiva à Saúde Mental (PAI), destinada ao tratamento dos dependentes químicos”, cita d. Orani.

“Também foi criado um ônibus para o tratamento de dependentes químicos, chamado de Passaporte da Cidadania, que acolhe e trata moradores de rua envolvidos com as drogas”, diz o arcebispo do Rio. “Podemos falar também em um legado para a imagem do Rio em todo o mundo. Foram cerca de 6.500 jornalistas de mais de 70 países cobrindo o evento, colocando a Cidade Maravilhosa e o Brasil nos olhos do mundo durante uma semana. A maioria dos estrangeiros estavam na cidade pela primeira vez e 93% deles afirmaram querer retornar”.

De resto, é preciso esperar, afirma d. Odilo. “Em matéria de convicções e atitudes religiosas, é difícil fazer cálculos. Seria mais apropriado dizer que o Papa, em sua visita ao Brasil, fez uma generosa semeadura. Os frutos virão a seu tempo”, diz o cardeal.

Papa Francisco faz apelo pela paz em sua primeira mensagem de Natal

Em seu primeiro discurso “Urbi et Orbi” (para a cidade e o mundo) desde que assumiu a liderança da Igreja Católica em março passado, o Papa Francisco fez um apelo pela paz no mundo. Falando para dezenas de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, o pontífice destacou os conflitos no Sudão do Sul, Síria, Nigéria, Congo e Iraque e também disse estar rezando para avanços no diálogo entre israelenses e palestinos. Segundo Francisco, os indivíduos têm um importante papel na promoção da paz, seja com seus vizinhos ou entre nações.

– A verdadeira paz não é o equilibrio entre duas forças opostas, não é uma bela fachada que esconde conflitos e divisões – lembrou o Papa, acrescentando que a maior parte das vítimas são exatamente as pessoas mais vulneráveis, como as crianças, os idosos, as mulheres e os doentes.

– A paz pede por um compromisso diário, a começar pelo presente de Deus, com a graça que nos deu em Jesus Cristo. Ao vermos a Criança na manjedoura, nossos pensamentos se voltam àquelas crianças que são as vítimas mais vulneráveis das guerras, mas pensamos também nos idosos, nas mulheres, nos doentes. A guerra destrói e fere muitas vidas.

O Papa Francisco também aproveitou a tradicional mensagem de Natal para fazer uma defesa do meio ambiente, que precisa ser salvo “da cobiça e ação humanas” que agravam desastres naturais como o recente supertufão que atingiu as Filipinas.

– Senhor do céu e da Terra, cuide de nosso planeta, muitas vezes explorado pela cobiça e ação humanas. Ajude e proteja todas as vítimas de desastres naturais, especialmente ao amado povo das Filipinas, gravemente afetado por um tufão recente – ressaltou.

Fonte: O Globo

Natal não deve ser de festas e compras, diz o papa

Cidade do Vaticano – O papa Francisco pediu nesta segunda-feira (23) que as pessoas usem o Natal como uma oportunidade para se colocar “no lugar de Jesus”, e não para “fazer festas, compras e rumores”.

O Pontífice fez a declaração durante uma missa celebrada nesta manhã na residência de Santa Marta, no Vaticano. “O Natal geralmente é uma fez barulhenta, mas fará bem ficar um pouco em silêncio para ouvir a voz do amor”, comentou.

Esse será o primeiro ano de Francisco à frente das celebrações de Natal da Igreja Católica.

Ele presidirá amanhã uma missa na Basílica de São Pedro e, na quarta-feira, fará a benção “Urbi et Orbi” no Vaticano.

Fonte: Revista Exame

Jovens sacerdotes: padres levam missão de aproximar Igreja aos fiéis

O sacerdote Helano Samy é vigário paroquial no distrito de Capuan, localizado no município de Caucaia, e visita mensalmente 36 pequenos distritos naquela área

Padre Zacarias trabalha com as comunidades em Chorozinho fotos: natinho rodrigues 

Dentro da estrutura da Igreja Católica atual, o sacerdote exerce múltiplos e complexos papéis. O primeiro e mais fundamental é o de transmissor e alimentador da fé cristã junto aos fiéis, com a propagação dos evangelhos e preceitos da religião. Segundo, o de atuar como um verdadeiro “pastor”, dedicando sua vida por inteiro a ajudar, aconselhar e orientar os que procuram seu auxílio. Terceiro, o de missionário. Como afirmou o papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) deste ano, não basta abrir a porta para acolher, deve-se sair pela porta e ir ao encontro das pessoas.

No contexto renovação da Igreja, os padres mais jovens e recém-ordenados adquirem, ainda, outras funções. Detentores de experiências e olhares diferenciados, os novos presbíteros são, agora, os encarregados diretos de proporcionar o maior diálogo entre a Igreja e seus fiéis proposto pelo papa Francisco. Desafio grande que contrasta com a pouca idade da nova geração sacerdotal.

Não suficiente, precisam acompanhar a evolução mundial, estar em sintonia com as ciências e os meios de comunicação, e, ao mesmo tempo, disseminar os ensinamentos do Evangelho para uma sociedade que tende a ver o catolicismo em seus velhos moldes como uma religião ultrapassada.

Missionários

Neste mês de dezembro, completa-se um ano que Helano Samy da Silva e Zacarias Virgílio Araújo, 28, foram ordenados sacerdotes pela Arquidiocese de Fortaleza. A vocação sacerdotal aflorou ainda na adolescência e, após oito anos de estudo e preparação em seminários do Estado, eles se tornaram dois dos mais jovens presbíteros da Capital. O primeiro foi nomeado vigário paroquial no distrito de Capuan, município de Caucaia. Já o segundo serve à Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, em Chorozinho, também na Região Metropolitana de Fortaleza.

Ao longo do ano de sacerdócio, a meta e o desejo de ambos sempre foram os mesmos. “Estar próximo ao povo, ajudando no que for preciso e necessário. A nossa vida é inteiramente de disposição para as pessoas”, diz Zacarias. Mas em cidades nas quais a religião católica perdeu espaço para outros cultos, do evangélico ao ateísmo, os jovens padres perceberam que o “estar próximo” significa, verdadeiramente, ir até a população, resgatando o ideal de uma igreja missionária.

Nas duas regiões onde estão alocados, da mesma forma que em muitas cidades do Interior do Estado, a imagem do padre ainda é vista como sinal de status, característica que ficou marcada em outros momentos da Igreja Católica e acabou por reforçar o distanciamento entre a liderança da entidade e seus seguidores. Para se aproximar, foi preciso colocar os pés no chão, quebrar o estigma, e trabalhar de perto, junto à comunidade.

Além do centro urbano de Capuan, sede da Igreja Matriz, Padre Helano Samy visita mensalmente 36 pequenos distritos situados nas redondezas. Locais pobres, carentes de fé e de assistência, onde a única presença de organização social é religiosa. Lá, ele faz o papel não só de evangelizador, celebrando missas, batismos e casamentos.

Trabalho social

O sacerdote é também o articulador dos habitantes na busca de direitos, seja por saúde, educação ou ajuda para combater os prejuízos causados pela seca que atingiu o Ceará neste ano. O sacerdote participa, ainda, de projetos sociais, a exemplo do Centro de Pesquisa Vivência Ecológica (Cepe Viva), em Caucaia, que oferece aulas de reforço e atividades físicas a 45 crianças e adolescentes pertencentes a famílias sem recursos.

“Encontramos muito essa realidade de ver pessoas que precisam do básico. Foi uma experiência que causou muito impacto. Percebi que, onde eu estou, posso ajudar a deixar as pessoas mais conscientes a respeito de seus direitos e a formar numa nova cultura que consiste em ver todas as comunidades como uma família, se ajudando nos problemas e caminhando nas alegrias”, confessa o sacerdote.

No município de Chorozinho, também castigado pela estiagem, no qual boa parcela da população vive sob condições precárias em assentamentos, Zacarias é um dos coordenadores da Pastoral da Criança. A ação do grupo, formado por voluntários, tem foco no combate da desnutrição e da desidratação infantil. “Faz parte da Igreja se envolver nisso, estar ao lado dos necessitados. Estamos voltando a nos centrar nisso. São coisas que, muitas vezes, as pessoas que estão lá fora não veem”, ele conta.

A partir de esforços como esse, os dois sacerdotes tentam renovar a Igreja resgatando atitudes e valores que remontam aos reais princípios da fé. Porém, na caminhada desde o dia em que se tornaram padres, os desafios e dificuldades continuam se apresentando em vários aspectos, a maioria ligados à modernidade e transformações sociais.

Desafios

Um deles é o de reverter a ideia de que a Igreja e a religião católica representam uma visão antiga do mundo, não correspondente com a realidade. “Quando a gente fala em Igreja, acham que é algo ultrapassado. O religioso vê o mundo com uma visão de esperança, como um agente que transforma. Tentamos mostrar que esse modo de encarar as coisas também é válido e contribui com a sociedade ainda hoje”, ressalta padre Helano.

Para ambos os sacerdotes, em tempos marcados pelo individualismo e pelo relativismo, também lhes é imposta a difícil tarefa de fazer com que a população vivencie a fé e se identifique com o evangelho. “As pessoas acreditam, às vezes, que o Evangelho não tem mais nada a ver com a sociedade, mas isso não é verdade. O Evangelho ainda fala muito para as pessoas hoje, e nós precisamos passar isso”, afirma Helano Samy.

Mas talvez o maior desafio seja o de dar respostas à sociedade em relação aos temas que abalam os dogmas da religião católica. Na visão de Zacarias Virgílio, a Igreja acompanha as mudanças nos tempos, mas não há como a instituição fugir dos princípios que a fundamentam. “A sociedade vive em uma realidade em que tudo é relativo, inclusive a fé. As pessoas pensam que a religião deve ser do jeito que elas querem, do jeito que elas acreditam. Mas a Igreja só pode dar respostas a partir do que ela se propõe, que é a vivência da fé na prática”, aponta.

Já Helano Samy avalia que, apesar de manter as tradições, a Igreja tem de estar preparada para discutir mais abertamente assuntos considerados polêmicos, como avanços da ciência, a discussão sobre sexualidade, as críticas ao direito à vida, entre outros. Na expectativa de acompanhar as mudanças do mundo contemporâneo, o próprio padre sente a necessidade de estar a par dos novos acontecimentos. Segundo ele, a Igreja precisa lidar com questionamentos levando em conta os preceitos da religião, mas também se mantendo de portas abertas.

“Hoje, a Igreja se vê interpelada de muitas maneiras, por grupos sociais distintos. Existem alguns assuntos que fazem parte de uma tradição e realmente são fechados, mas é preciso saber que o dever da Igreja é acolher. Não é a identidade de uma pessoa que vai excluí-la”, defende.

 

Fonte: Diário do Nordeste

 

Vaticano autoriza missa em línguas indígenas no México

Quando os sinos tocam na igreja Templo la Caridad, na cidade colonial de San Cristóbal de las Casas, no México, o bispo local conduz um grupo de adolescentes indígenas em seu próximo passo na instrução religiosa.

A Crisma é um tiro de passagem importante para qualquer católico devoto. É o momento em que eles repetem os compromissos e promessas para Deus feitos em nome deles quando foram batizados.

Mas para estes jovens, o que se fala na cerimônia ressoa particularmente. A Crisma está sendo celebrada em tzotzil, a principal língua maia nesta parte do México.

Durante séculos, a Igreja católica no Estado de Chiapas, ao sul do país, só realizou cerimônias oficiais em latim ou espanhol.

“Quando os padres falam comigo em espanhol, eu não sei o que eles estão dizendo ou explicando”, diz Maria Teresa, de 16 anos.

Assim como 65% da população de Chiapas, ela faz parte do povo maia e fala pouco espanhol.

“Mas quando eu ouço as palavras na minha própria língua, eu entendo tudo e sinto como se o próprio Jesus Cristo estivesse falando comigo.”

Nova abordagem

Apesar de o espanhol permanecer como a linguagem da Igreja no México, gerações de catequizadores e missionários católicos traduziram a Bíblia para o tzotzil e para o tzeltal, outra língua indígena bastante popular na região.

Nos últimos sete anos, a diocese de San Cristóbal – uma das mais antigas do país – liderou os pedidos ao Vaticano para reconhecer oficialmente a liturgia nas línguas maia.

O pedido recebeu atenção em outubro, quando o papa Francisco deu o sinal verde para que a celebração da missa semanal e alguns rituais-chave do catolicismo, como a confissão e o batismo, possam ser feitos nas duas línguas indígenas.

O bispo auxiliar de San Cristóbal, o reverendo Enrique Díaz, diz que conseguir o reconhecimento de Roma foi um processo longo e complicado.

“Isto é a aceitação não só de uma simples tradução, mas de um estudo meticuloso que captura o sentido das palavras da liturgia e da Bíblia”, diz, enquanto se houve o clero cantar hinos religiosos em tzotzil dentro da Igreja.

O bispo dá parte do crédito ao papa Francisco, que o ajudou a conseguir a autorização.

“Sem dúvida o papa Francisco trouxe consigo uma nova abordagem”, diz, argumentando que o fato de o pontífice ser argentino influenciou sua atitude em relação à América Latina. “Ele é mais próximo de nós tanto em termos de pensamento latino-americano como sobre os povos indígenas.”

“Mesmo que não haja uma presença indígena grande na Argentina, ele passou algum tempo com comunidades indígenas e nos entende bem”, diz Díaz, que viajou para o Vaticano para discutir o papel da Igreja nas comunidades maias com o papa.

Mas o analista de questões religiosas mexicano Elio Mas Ferrer diz que o tzotzil já é usado não-oficialmente em celebrações religiosas em Chiapas há anos.

Para ele, a aprovação de Roma é parte de uma estratégia maior do Vaticano.

“Estritamente falando, não é nada novo”, diz ele, lembrando que desde de os anos 1960 a Igreja católica diz acreditar que “a revelação da palavra deve acontecer em consonância com a cultura de cada povo”.

Corações e mentes

Mas Ferrer diz que o que pode ser mais revolucionário é que a iniciativa faz parte de um relaxamento maior da política papal a respeito do “catolicismo indígena”.

A Igreja Católica tem perdido cada vez mais seguidores para os ramos evangélicos. Até mesmo as igrejas anglicanas, antes incomuns na região, têm penetrado em partes do México e da América Central.

De acordo com o analista, o reconhecimento do tzotzil e do tzeltal é uma de uma série de medidas tomadas por Roma para conquistar mais apoio nas comunidades indígenas.

Em essência, diz ele, é uma operação para “conquistar corações e mentes”.

Um destes corações e mentes pertence a Juan Gomez.

Um seminarista no Templo la Caridad, ele tem somente noções do espanhol e diz que a decisão do Vaticano foi vital para o apelo da Igreja em sua comunidade.

“Se só ouvissemos a missa em espanhol, era melhor ir dormir!”, brinca.

As comunidades indígenas de Chiapas estão entre as mais pobres do México e há muito tempo o Estado é acusado de ignorar as necessidades dos povos nativos.

O reconhecimento do tzotzil pela Igreja é motivo de orgulho para Juan.

“Roma é muito longe daqui. Nunca a conheceremos. Somos os últimos e os pobres, mas eles reconheceram nossa língua e agradecemos por isso”, diz.

Ao se aproximar o Natal, a missa da meia-noite no Templo la Caridad será celebrada da única maneira em que a congregação entende, em tzotzil. A diferença este ano é que ela acontecerá com a bênção de Roma.

A aprovação do Vaticano da celebração em línguas indígenas não mudou necessariamente a maneira como os nativos praticam a religião.

Mas pode ter dado a elas a sensação de que – cinco séculos depois de o catolicismo ter sido imposto aos povos locais – a Igreja católica agora tenta preservar seus idiomas tradicionais.

Fonte: BBC Brasil

CIA espiona Igreja Católica e movimentos sociais no Brasil até hoje

São Paulo – A CIA investiga atividades do catolicismo e de movimentos sociais no Brasil desde 1960. O jornalista Dermi Azevedo afirma, em entrevista à Rádio Brasil Atual, que a agência de espionagem norte-americana agia fortemente no período em que as Ligas Camponesas – principal organização de trabalhadores do campo até o golpe de 1964 – atuavam. “A CIA fornecia recursos e apoio logístico, para se contrapor às ligas e para obter informações sobre o catolicismo no Nordeste e no país”, conta.

Segundo Azevedo, a agência cooptou fontes do arcebispo dom Eugênio Sales, então administrador apostólico da arquidiocese de Natal. “Não dá para afirmar que dom Eugênio tenha sido um instrumento consciente, mas havia assessores dele na cúria de Natal que eram agentes da organização, brasileiros e norte-americanos”, relata, lembrando que eram monitoradas as atividades de dioceses em vários estados.

Apesar de o auge da colaboração da CIA com a Igreja Católica no Brasil ter se dado entre 1960 e 1985, para o jornalista, as atividades da organização no país duram até os dias de hoje. Ele também atribui à agência o fortalecimento de igrejas Neopentecostais.

Os homossexuais são bem-vindos na Igreja Católica?

Alguns homens e mulheres que lutam com a atração pelo mesmo sexo, me pergunto se há alguma esperança para que sejam recebidos em ou voltar para a igreja. A resposta a essa pergunta é um inequívoco “Sim”. Deus chama cada um de nós, homossexuais ou heterossexuais, à castidade de acordo com as circunstâncias da vida. A igreja está aqui para ajudar todos nós viver na luz da verdade.

Um Ministério eficaz e útil ajudando crentes homossexuais é coragem. Aqui está um trecho de seu Web site:

“São você ou um ente querido experimentar atrações homossexuais e à procura de respostas?

Coragem, um apostolado da Igreja Católica Romana, os ministros para aqueles com a atração pelo mesmo sexo e seus entes queridos. Nós foram aprovadas pelo Conselho Pontifício para a família e nosso amado João Paulo II disse deste ministério, “a coragem é fazer a obra de Deus!”Temos também uma extensão chamada incentivar que os ministros para parentes e amigos de pessoas com a atração pelo mesmo sexo.

No nosso web site, você aprenderá sobre a homossexualidade e a castidade. Desenvolvendo uma vida interior de castidade, que é a chamada universal para todos os cristãos, um pode mover-se além dos limites da identidade homossexual para uma mais completa em Cristo…

Venha ver o que nós somos sobre. Navega em nossas páginas. Conhecer a nossa comunidade.Você será feliz que você fez!”

Para saber mais sobre homossexualidade à luz dos ensinamentos da igreja, por favor, explore os recursos a seguir. Lembre-se, a igreja é modelada depois de Cristo, e obras para compartilhar a verdade e espalhar amor em todo o mundo a cada ser humano. Mas deve demorar para entender por que a Igreja ensina que o que ela faz. Só então podemos abraçar a verdade e viver de acordo com isso.

Por que a Igreja Católica acredita no purgatório?

A crença da Igreja Católica na existência do purgatório é fato bíblico!
Em primeiro lugar, é importante entender o que a Igreja crê que é o purgatório. O catecismo descreve o Purgatório como esta: “todos os que morrem na graça e amizade de Deus, mas ainda imperfeitamente purificados, estão de fato assegurados de sua salvação eterna; Mas após a morte passam a purificação, a fim de alcançar a santidade necessária para entrar a alegria do céu”(CCC 1030).

 

Note que a Igreja acredita que o Purgatório não é um estado eterno, mas sim um estado de purificação antes de entrar na vida eterna com Deus no céu.

 

As Escrituras nos ensinam que nada de impuro pode entrar no céu (Apocalipse 21:27). As Escrituras também descreve um lugar onde um homem vai e sofre a perda, mas é ainda salvou, mas só com fogo (1 Coríntios 03:13-15). O purgatório é neste lugar que purifica-nos de qualquer impureza que nós temos quando nós morremos, permitindo-nos entrar na presença de Deus sem mancha do pecado.

Por que não-católicos não podem receber a sagrada comunhão na Igreja Católica?

Os católicos crêem na presença Real de Jesus na Eucaristia, significando que o que parece ser pão e vinho é realmente corpo e sangue de Jesus — não apenas um símbolo de seu corpo e sangue. Quando os católicos recebem a sagrada comunhão, é uma expressão da unidade entre todos aqueles que, em comunhão com a Igreja Católica em todo o mundo, que mantêm a crença na Real presença eucarística de Cristo. Portanto, somente aqueles que crêem na verdade presença podem participar deste sacramento da unidade com Cristo e sua igreja. “… [T] celebração o sacrifício eucarístico é totalmente voltada para a União íntima dos fiéis com Cristo através da comunhão “(CCC 1382).

 

Em última análise, os católicos crêem que não pode celebrar este sacramento unificadora com outros cristãos enquanto existem divergências sobre a Eucaristia em si. No entanto, os católicos rezam para o dia quando podemos reconciliar-se com outros cristãos e compartilhar a unidade do povo de Deus através da Sagrada Eucaristia.

 

A Conferência dos bispos católicos dos Estados Unidos manifesta esse desejo de unidade:

 

“Rezamos para que nosso batismo comum e a ação do Espírito Santo esta Eucaristia serão desenhar nos aproxima um ao outro e começam a dissipar as divisões tristes que nos separaram. Oramos para que estas irão diminuir e finalmente desaparecer, em consonância com a oração de Cristo por nós ‘que eles todos sejam um’ “(John 17:21).
Texto traduzido de forma automatizada caso haja erros.